quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Eucalipto destrona pinheiro bravo como primeira espécie da floresta portuguesa

Pela primeira vez, o eucalipto é a principal espécie da floresta portuguesa, destronando o pinheiro bravo, dominador durante uma vasta era. Segundo a versão preliminar do Inventário Florestal de 2010, publicada hoje no Público, os problemas da indústria do pinho agravaram-se, mas a produção de eucalipto continua insuficiente para a pasta e o papel.

Para além dos incêndios, pragas como o nemátodo e a falta de gestão são os principais argumentos que levam o pinhal português a estar em perda desde meados dos anos 90. Entre 1995 e 2010, a área ocupada pelos pinheiros bravos reduziu-se em 13%.

No mesmo período, os eucaliptos cresceram 16%, ocupando actualmente 750 hectares do território português, contra cerca de 600 mil do pinheiro bravo.

Por outro lado, 54% da área do pinheiro manso corresponde à plantação de cerca de 12 mil hectares neste período. A explicação destes factos reside na valorização do pinhão.

Num ecossistema com níveis de precipitação superiores a 800 milímetros por ano, um hectare de eucalipto pode render ao fim de dez anos cerca de €4.000. No pinhal, são precisos 35 anos até que se possa aproveitar madeira de qualidade para mobiliário, por exemplo.
Fonte: Green Savers

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mulher belga conduz por erro até à Croácia

Uma mulher belga, de 67 anos, conduziu o seu carro até Zagreb, na Croácia, numa viagem de mais de 1450 quilómetros, enquanto queria fazer apenas 150 quilómetros para chegar a Bruxelas. A mulher diz que a causa deste erro, que lhe custou dois dias na estrada, foi devido a um problema no GPS. 

Sabine Moreau, uma cidadã belga de 67 anos, habitante da localidade de Solre-sur-Sambre, no centro da Bélgica, queria apenas ir buscar um amigo a uma estação de comboios em Bruxelas. Mas por causa de um erro no seu aparelho de GPS, acabou por viajar mais de 1450 quilómetros, e acabar a sua viagem na capital da república da Croácia, Zagreb.

Nas suas próprias palavras, Sabine conta que estava apenas distraída, e por isso, continuava a acelerar e a seguir caminho. E que só se deu conta do seu erro de trajectória, quando começou a achar estranho que as placas de estrada pelas quais passava iam mudando a língua na qual estavam escritas. Primeiro, de francês para alemão, depois de alemão para esloveno, e finalmente, de esloveno para croata.

Apesar de ter parado duas vezes durante a sua viagem, para reabastecer a viatura e para dormir, Sabine Moreau diz que não se apercebia que se estava a afastar tanto do destino pretendido.

E entretanto, em casa, o seu filho já tinha denunciado o caso às autoridades belgas, que se encontravam já a ultimar os preparativos para iniciar uma busca pelo país para encontrar Sabine. Quando, finalmente, a distraída senhora decidiu telefonar para casa, a dizer que estava em Zagreb, na Croácia.

Sabine Moreau já se encontra em casa, depois da sua viagem de mais de 60 horas na estrada que a levaram a percorrer grande parte da Europa central, sem se aperceber de onde estava.
Fonte: Jornal de Notícias

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Mulher rouba comboio e choca contra prédio na Suécia

Uma mulher roubou esta madrugada um comboio na região de Estocolmo, na Suécia. De seguida conduziu a composição durante vários quilómetros e bateu contra um prédio. Não há registo de feridos.

Uma mulher que trabalhava nas limpezas, roubou durante a madrugada um comboio estava fora de serviço e estacionado numa gare em Nacka, a leste de Estocolmo.

A mulher, única passageira, decidiu conduzir o comboio. Segundo a porta-voz da companhia ferroviária Arriva andou város quilometros até a estação final de Saltsjbaden, mas  não travou a tempo. Passou uma barreira e acabou por embater contra um prédio.

Os serviços de resgate demoraram duas horas para retirar a mulher do comboio. Estava consciente e foi transportada para o hospital Karolinska,  de acordo com a polícia.

À hora do impacto estavam no prédio cinco pessoas. O edifício foi imediatamente evacuado mas nenhum dos moradores ficou ferido. Já a mulher foi encaminhada para o hospital, com ferimentos graves.

Tanto o comboio como o edifício sofreram estragos consideráveis.

A polícia investiga agora os motivos que levaram a mulher a roubar um comboio.
Fonte: Sic Notícias

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

si llevas droga encima

en el avión te cocinan langosta y el comandante te deja pilotar.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Enamorados por julgamentos

Lizarda e Manuel Pereira gostam de assistir a julgamentos e fazem-no quase diariamente pela adrenalina e pelos ensinamentos que retiram de cada sessão. Viram o julgamento de Gisberta. O de Pinto da Costa e Carolina Salgado, também. E o do bruxo, que burlava pessoas, é um dos casos preferidos.

Manuel, 75 anos e Lizarda, 67, conhecem o tribunal de cor, estão familiarizados com as togas e todos os procedimentos. Porém, não são advogados nem juízes.

Para Lizarda a aventura pelo mundo da justiça começou por volta dos 30. Lembra-se de ter assistido ao julgamento do padre Mário da Lixa, o pároco que foi preso várias vezes pela PIDE-DGS quando exercia na paróquia de Macieira da Lixa, em Felgueiras, e depois se tornou jornalista e autor de obras polémicas. Corria o ano de 1973.

A partir daí, Lizarda tomou-lhe o gosto e não mais parou. “Comecei a ir com a mãe da minha cunhada. Tinha para aí 30 anos e desafiei-a porque não queria ir sozinha”, conta ao PÚBLICO, sentada no sofá da sua sala de estar.

A conversa vai avançada, Lizarda prossegue animada, num tom de voz ligeiramente agudo. “Tinha o sangue a correr-me nas veias, porque o meu bisavô era desembargador e tenho família de advogados.” Nas paredes há fotografias deles a preto e branco. “Está a ver, o próprio sangue me puxava para julgamentos”.

Puxava-a e ela e a dois irmãos que – depois de voltarem de Paredes, onde nasceram – passaram a acompanhá-la tanto no Tribunal Criminal de São João Novo, no Porto, como nos juízos criminais perto do Mercado do Bolhão.

Há quatro anos, Manuel – o marido – teve um AVC e Lizarda, em conjunto com o médico, aplicou-lhe uma terapia simples e eficaz: assistir a julgamentos. “É que há julgamentos que são tão interessantes e nos dão tanta adrenalina… Começámos a entusiasmar o meu marido para ir também. Notávamos que lhe fazia bem tentar julgar os casos que ouvia”, argumenta.

Aos poucos, Manuel deixou-se influenciar pelo fascínio de ouvir argumentos de defesa e de acusação dentro de uma sala de audiência. “E o médico achou que era uma maneira de ele exercitar o cérebro, não o deixa parar. Foi um curativo”, descreve.

No Verão, a irmã de Lizarda sofreu o mesmo problema e, por isso, o casal deixou de assistir a julgamentos. Porém, a vontade de regressar e as recordações aumentam de dia para dia. “Não íamos todos os dias, mas íamos muitas vezes. Por vezes, os julgamentos tornavam-se tão interessantes que queríamos ir às sessões todas”. [...]
Fonte: Público

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

tentar mudar a opinião das pessoas

e quando mudarem, concordar com a velha.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

desculpa

eu nunca peço desculpa.