quarta-feira, 31 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Coveiros em Belas suspeitos de praticar tiro com caveiras
Ossadas de cadáveres no cemitério de Belas, em Sintra, terão sido utilizadas para praticar tiro ao alvo por quatro coveiros. O caso foi denunciado à PSP pela Junta de Freguesia de Belas, revelou hoje o presidente à agência Lusa.Fonte: NGL
O autarca, Guilherme Dias, denunciou a situação à polícia em janeiro e afirmou à agência Lusa que os quatro homens praticavam os alegados crimes de profanação de cadáver num período em que o cemitério se encontrava aberto ao público, ao início da tarde.
“Os quatro coveiros andavam com uma pressão de ar a dar tiros aos ossos. Três ou quatro caveiras da vala comum estavam cheias de chumbos e já foram recolhidas pela polícia”, disse.
O autarca adiantou que atualmente apenas um dos funcionários continua a trabalhar no cemitério. Dois apresentaram a demissão e outro trabalha para a junta, mas foi colocado no serviço de jardinagem.
Fonte policial disse à agência Lusa que a PSP já identificou os suspeitos e recolheu material de prova como as ossadas e as armas envolvidas. ”Os coveiros estariam a utilizar ossadas e a vandalizá-las. Estavam a ser utilizadas para fazer tiro ao alvo com armas de ar comprimido”, referiu.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Cientistas da NASA estão a estudar solo no Alentejo
O solo e a água de Cabeço de Vide, Fronteira, estão a ser estudados pela
NASA. Os cientistas acreditam que possa ter ocorrido nesta zona,
conhecida pelas propriedades termais, o início da vida na Terra.
As ‘suspeitas’ começaram quando os estudos nas termas de Cabeço de Vide revelaram uma bactéria semelhante a outra que está a ser estudada actualmente pela agência norte-americana em Marte. "A NASA teve conhecimento através de um artigo científico do professor José Manuel Marques, do Instituto Superior Técnico, e rapidamente desenvolveu contactos", explicou Manuel Fontinhas, presidente da Junta de Cabeço de Vide. "Chegaram esta semana e já enviaram amostras para os EUA", disse o autarca.
Fonte: Correio da Manhã
As ‘suspeitas’ começaram quando os estudos nas termas de Cabeço de Vide revelaram uma bactéria semelhante a outra que está a ser estudada actualmente pela agência norte-americana em Marte. "A NASA teve conhecimento através de um artigo científico do professor José Manuel Marques, do Instituto Superior Técnico, e rapidamente desenvolveu contactos", explicou Manuel Fontinhas, presidente da Junta de Cabeço de Vide. "Chegaram esta semana e já enviaram amostras para os EUA", disse o autarca.
Fonte: Correio da Manhã
domingo, 21 de outubro de 2012
José Castelo Branco anuncia entrada na política
José Castelo Branco garantiu esta semana que vai candidatar-se à presidência da Câmara de Sintra nas próximas eleições, quando o [seu] «amigo» Fernando Seara terminar o mandato. O socialite já está inclusivamente a recolher as assinaturas necessárias.Fonte: SOL
«Os meus fãs da zona querem que eu seja o presidente, e eu sei que fico bem num palácio», justificou Castelo Branco ao SapoFama, acrescentando que o seu súbito interesse pela política se deve à necessidade de querer prestar um bom serviço público: «Quero acabar com a pobreza escondida. Quero ajudar e pôr as pessoas a trabalhar. Há pessoas que passam fome e ninguém sabe», disse.
No entanto, o marchand de arte não se quer aliar a nenhum partido político. Quer sim «ser independente até que a voz [me] doa», garantiu, questionado pelo SapoFama.
A cerca de um ano das eleições autárquicas, Castelo Branco diz que conta com o apoio da mulher Betty Grafstein, que, nas suas palavras, já é «uma autêntica e verdadeira primeira-dama».
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Ganha três mil por mês e pais ajudam
Paulo Campos garante que precisa de ajuda dos pais para pagar as suas despesas mensais; mas como deputado do Partido Socialista ganha 3605 euros por mês, aproximadamente 57 500 euros anuais.
Além do salário, o ex-governante conta ainda com 23,05 euros diários de ajudas de custo - ou seja, no mínimo 600 euros todos os meses -, a que tem direito como parlamentar, uma vez que vive em Cascais.Campos vive numa moradia milionária na Costa da Guia, com um valor aproximado de 1,4 milhões de euros. Apesar disso, em entrevista à SIC Notícias, o deputado socialista, de 47 anos, afirmou na quarta-feira que vive com a ajuda financeira dos pais. [...]
Fonte: Correio da Manhã
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Criança de 11 anos notificada para pagar imposto de selo de 2008 referente à sua viatura
As Finanças notificaram uma menina de 11 anos, de Vizela, para uma audição prévia relacionada com o não-pagamento do chamado “imposto de selo” da sua pretensa viatura, referente ao ano de 2008.Fonte: i online
“Eu compreendo que o Estado precisa de arranjar dinheiro seja de que maneira for, mas também nem tanto”, ironizou Abílio Monteiro, pai da criança notificada.
No entanto, e no mesmo registo irónico, manifestou-se até disponível para pagar o selo e a multa, desde que o Estado lhe “devolva” a viatura em causa.
“Mas só se o carro valer a pena, se for um chaço velho não quero”, acrescentou.
A filha de Abílio Monteiro chama-se Bruna Alexandra Sousa Monteiro, mas, conforme informação que recolheu na Repartição de Finanças de Vizela, a notificação teria como destinatário Bruno Alexandre Sousa Monteiro Nunes, residente na Reboleira, Amadora.
Mesmo com o reconhecimento do engano, a situação não ficou resolvida.
“A funcionária disse-me que ia tentar resolver, ficou com o meu contacto e estou à espera que me diga alguma coisa. Às tantas, ainda vou ter de ‘tirar um papel’, que custa 3 euros, para entregar no notário”, criticou.
Serralheiro mecânico, Abílio Monteiro confessou que ficou “de boca aberta” quando encontrou na caixa do correio uma carta das Finanças, dirigida à filha.
Uma criança que, em 2008, ano do não-pagamento do imposto de circulação, tinha apenas 7 anos.
“Com 7 anos e já dona de um carro, é obra. Confesso que nunca tinha visto”, rematou.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
PSP avisa no Facebook onde vai pôr radares
A PSP vai passar a avisar mensalmente no Facebook onde vai pôr radares e fazer fiscalizações de trânsito, uma medida que tem o intuito de "reduzir a sinistralidade rodoviária e as infrações", segundo justificou ao JN um oficial da Direção Nacional da PSP. [...]Fonte: Jornal de Notícias
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Como era a Volta a Portugal há 60 anos
[...] Alves Barbosa, o primeiro a vencer a corrida por três vezes, nos anos 50, ainda se chateia só de pensar nos bolos de arroz que lhe davam para comer durante as etapas: «Pareciam areia».Fonte: SOL
Foi só mais tarde, quando participou na Volta a França, que percebeu a razão de ter de engolir aquela suposta fonte de energia. «Cheguei lá e deram-me uma espécie de arroz doce no forno que era maravilhoso. Chamava-se Gâteau de Riz e pensei: aqueles parolos traduziram à letra e dão-me bolo de arroz».
Vestidos de lã
Hoje, enquanto pedalam, os ciclistas alimentam-se de concentrados protéicos e barras e bebidas energéticas, uma dieta bem mais sofisticada. Joaquim Gomes, actual director da Volta e bicampeão da prova (1989 e 1993), ainda apanhou os hábitos antigos: «Comíamos ameixas secas, bananas, cubos de marmelada e açúcar e bebíamos água».
A escolha do ‘menu’ reflectia-se no peso que se perdia. «Hoje um atleta perde dois quilos por etapa, mas são facilmente repostos porque tem a ver com a hidratação. No passado, quem não tivesse boa capacidade de recuperação, podia acabar o dia com menos cinco ou seis quilos», explica Joaquim Gomes.
Mas não foi só a ementa que mudou. Se agora os equipamentos são uma mais-valia, nos anos 50 eram um obstáculo. A roupa era de lã e o corpo aquecia. «Até as bananas apodreciam nos bolsos», recorda Alves Barbosa, mais de meio século depois.
Também as bicicletas tornavam o ciclismo um desporto mais duro, como admite Joaquim Gomes: «Pesavam 10 quilos e agora sete ou seis e meio. E se antigamente havia dez mudanças, hoje são mais de vinte». O que facilita a pedalada e permite velocidades muito superiores.
As estradas que hoje são todas alcatroadas – a não ser «quando estão em obras», como graceja o actual director da Volta – eram outra dificuldade adicional que os ciclistas tinham de ultrapassar. Os troços de empedrado e de terra batida eram o prato do dia.
«A trepidação era tanta que ficávamos dormentes e sem reacção», diz Joaquim Gomes sobre os primeiros. Os segundos transportam os 81 anos Alves Barbosa a uma etapa entre Santiago do Cacém e Faro. «Sabia que ia haver muito pó e quis adiantar-me, mas quando já estava na frente tive um furo. O carro de apoio, com a pressa de me ajudar, ultrapassou-me e eu não o vi a tempo de travar e embati na traseira do carro».
O pior ainda estava para vir. O pai de Alves Barbosa seguia no veículo e saiu apressadamente para ajudar o filho. Com tanta poeira no ar, caiu numa ribanceira com a roda suplente na mão.
Joaquim Gomes, que durante a sua carreira veio a beneficiar das principais evoluções do ciclismo, admite que neste momento o trabalho do ciclista está mais facilitado: «De furar a mudar uma roda, se tudo correr bem, demora dez segundos».
Adeptos roubaram vitória
Mas nas suas primeiras pedaladas, nos anos 80, ainda não existiam rádios intercomunicadores e tinha de se contar mais vezes com a ajuda dos companheiros de equipa, ou para emprestarem uma roda ou a própria bicicleta. O problema é que não havia o espírito colectivo de hoje. Prevalecia a máxima: «Primeiro eliminam-se os adversários e depois os membros da equipa».
Quem também tirava o sono aos atletas eram os adeptos mais fervorosos. Alves Barbosa foi protagonista de um dos episódios mais caricatos da Volta, quando, na última etapa e de camisola amarela vestida, foi travado por adeptos do FC Porto. Retiraram-lhe uma roda da bicicleta, agrediram-no e impediram o ciclista do Sangalhos de ganhar a corrida. Com esta gravidade, foi caso único. A Volta está diferente.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
More bikes sold than cars in Italy for first time since WW2
For the first time since the end of the Second World War the number of bicycles sold in Italy has overtaken the number of cars.Fonte: Telegraph
In a radical departure for the car-mad country, home to legendary marques such as Fiat, Ferrari and Lamborghini, 1,750,000 bikes were bought in 2011 compared to 1,748,000 motor vehicles.
As austerity cuts deepen and petrol prices hit a new high, the purchase of new cars has dropped to levels not seen since the 1970s.
Families are buying bikes, ditching their second cars and signing up to car pool schemes – a major shift for a nation which has one of the highest car ownership rates in the world, with around 60 cars for every 100 people.
Car ownership became a symbol of the Italian economic miracle in the 1960s and has steadily grown since, but as unemployment rises and living costs soar, it has become an unaffordable luxury for many Italian families.
Petrol recently hit two euros a litre, the highest in Europe, and it is estimated that the average car in Italy costs €7,000 a year to run.
More than 60 years after the making of ‘The Bicycle Thief’, a classic film about a man desperately hunting for the stolen bike that he needs for work, Italians have also hauled around 200,000 rusty old bikes from their garden sheds and attics and restored them to roadworthiness.
“More and more people are deciding to bring their old models out of the garage or the cellar,” said Pietro Nigrelli, of industry association Confindustria.
“Bikes are easy to use and they cost little. And on distances of five kilometres or less, they are often faster than other modes of transport.”
Out of a population of 60 million, 6.5 million Italians use a bike to get to work or school, while 10.5 million use them occasionally, mostly at weekends.
Italians have a new-found appreciation of the convenience of bikes and the fact that they do not pollute the environment.
“People who have only ever driven cars are changing their thinking,” Antonio Della Venezia, the president of the Italian Federation of Bike Lovers, told La Repubblica newspaper.
“I don’t think Italy will go back to the levels of cars sales that we saw before 2008.”
As bike sales boom, the car industry is going through its worst crisis for decades – new car sales in August were down 20pc on the year before.
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