domingo, 9 de agosto de 2009

O Drama da viação na cidade de Lisbôa

[...] O transeunte não precisa andar descuidado para encontrar a morte sob as rodas dum automóvel.
De resto é uma teoria errada e contraria a todos os princípios de colectivismo, defendidos sempre em todos os regimens, essa de que os peões, sendo maioria, é que devem andar preocupados com os veículos que estão ao serviço e comodidade duma minoria.
Hoje não se pode atravessar certas ruas da cidade ( a Avenida da Liberdade, depois da saída dos teatros por exemplo ) sem se fazer um seguro de vida. [...]
Fonte: revista ABC (ano 1926)

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