segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Cientistas da NASA estão a estudar solo no Alentejo

O solo e a água de Cabeço de Vide, Fronteira, estão a ser estudados pela NASA. Os cientistas acreditam que possa ter ocorrido nesta zona, conhecida pelas propriedades termais, o início da vida na Terra.

As ‘suspeitas’ começaram quando os estudos nas termas de Cabeço de Vide revelaram uma bactéria semelhante a outra que está a ser estudada actualmente pela agência norte-americana em Marte. "A NASA teve conhecimento através de um artigo científico do professor José Manuel Marques, do Instituto Superior Técnico, e rapidamente desenvolveu contactos", explicou Manuel Fontinhas, presidente da Junta de Cabeço de Vide. "Chegaram esta semana e já enviaram amostras para os EUA", disse o autarca.
Fonte: Correio da Manhã

domingo, 21 de outubro de 2012

José Castelo Branco anuncia entrada na política

José Castelo Branco garantiu esta semana que vai candidatar-se à presidência da Câmara de Sintra nas próximas eleições, quando o [seu] «amigo» Fernando Seara terminar o mandato. O socialite já está inclusivamente a recolher as assinaturas necessárias.

«Os meus fãs da zona querem que eu seja o presidente, e eu sei que fico bem num palácio», justificou Castelo Branco ao SapoFama, acrescentando que o seu súbito interesse pela política se deve à necessidade de querer prestar um bom serviço público: «Quero acabar com a pobreza escondida. Quero ajudar e pôr as pessoas a trabalhar. Há pessoas que passam fome e ninguém sabe», disse.

No entanto, o marchand de arte não se quer aliar a nenhum partido político. Quer sim «ser independente até que a voz [me] doa», garantiu, questionado pelo SapoFama.

A cerca de um ano das eleições autárquicas, Castelo Branco diz que conta com o apoio da mulher Betty Grafstein, que, nas suas palavras, já é «uma autêntica e verdadeira primeira-dama».
Fonte: SOL

sábado, 20 de outubro de 2012

querer tudo e não ter nada

ter tudo e não querer nada.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

um tem grande importância

porque 99 não é 100.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

pau de ferro

gradeamento de tijolo.

sábado, 13 de outubro de 2012

Ganha três mil por mês e pais ajudam

Paulo Campos garante que precisa de ajuda dos pais para pagar as suas despesas mensais; mas como deputado do Partido Socialista ganha 3605 euros por mês, aproximadamente 57 500 euros anuais.

Além do salário, o ex-governante conta ainda com 23,05 euros diários de ajudas de custo - ou seja, no mínimo 600 euros todos os meses -, a que tem direito como parlamentar, uma vez que vive em Cascais. 

Campos vive numa moradia milionária na Costa da Guia, com um valor aproximado de 1,4 milhões de euros. Apesar disso, em entrevista à SIC Notícias, o deputado socialista, de 47 anos, afirmou na quarta-feira que vive com a ajuda financeira dos pais. [...]

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Criança de 11 anos notificada para pagar imposto de selo de 2008 referente à sua viatura

As Finanças notificaram uma menina de 11 anos, de Vizela, para uma audição prévia relacionada com o não-pagamento do chamado “imposto de selo” da sua pretensa viatura, referente ao ano de 2008.

“Eu compreendo que o Estado precisa de arranjar dinheiro seja de que maneira for, mas também nem tanto”, ironizou Abílio Monteiro, pai da criança notificada.
No entanto, e no mesmo registo irónico, manifestou-se até disponível para pagar o selo e a multa, desde que o Estado lhe “devolva” a viatura em causa.
“Mas só se o carro valer a pena, se for um chaço velho não quero”, acrescentou.

A filha de Abílio Monteiro chama-se Bruna Alexandra Sousa Monteiro, mas, conforme informação que recolheu na Repartição de Finanças de Vizela, a notificação teria como destinatário Bruno Alexandre Sousa Monteiro Nunes, residente na Reboleira, Amadora.

Mesmo com o reconhecimento do engano, a situação não ficou resolvida.
“A funcionária disse-me que ia tentar resolver, ficou com o meu contacto e estou à espera que me diga alguma coisa. Às tantas, ainda vou ter de ‘tirar um papel’, que custa 3 euros, para entregar no notário”, criticou.

Serralheiro mecânico, Abílio Monteiro confessou que ficou “de boca aberta” quando encontrou na caixa do correio uma carta das Finanças, dirigida à filha.
Uma criança que, em 2008, ano do não-pagamento do imposto de circulação, tinha apenas 7 anos.
“Com 7 anos e já dona de um carro, é obra. Confesso que nunca tinha visto”, rematou.
Fonte: i online

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PSP avisa no Facebook onde vai pôr radares

A PSP vai passar a avisar mensalmente no Facebook onde vai pôr radares e fazer fiscalizações de trânsito, uma medida que tem o intuito de "reduzir a sinistralidade rodoviária e as infrações", segundo justificou ao JN um oficial da Direção Nacional da PSP. [...]
Fonte: Jornal de Notícias

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Como era a Volta a Portugal há 60 anos

[...] Alves Barbosa, o primeiro a vencer a corrida por três vezes, nos anos 50, ainda se chateia só de pensar nos bolos de arroz que lhe davam para comer durante as etapas: «Pareciam areia».

Foi só mais tarde, quando participou na Volta a França, que percebeu a razão de ter de engolir aquela suposta fonte de energia. «Cheguei lá e deram-me uma espécie de arroz doce no forno que era maravilhoso. Chamava-se Gâteau de Riz e pensei: aqueles parolos traduziram à letra e dão-me bolo de arroz».

Vestidos de lã

Hoje, enquanto pedalam, os ciclistas alimentam-se de concentrados protéicos e barras e bebidas energéticas, uma dieta bem mais sofisticada. Joaquim Gomes, actual director da Volta e bicampeão da prova (1989 e 1993), ainda apanhou os hábitos antigos: «Comíamos ameixas secas, bananas, cubos de marmelada e açúcar e bebíamos água».

A escolha do ‘menu’ reflectia-se no peso que se perdia. «Hoje um atleta perde dois quilos por etapa, mas são facilmente repostos porque tem a ver com a hidratação. No passado, quem não tivesse boa capacidade de recuperação, podia acabar o dia com menos cinco ou seis quilos», explica Joaquim Gomes.

Mas não foi só a ementa que mudou. Se agora os equipamentos são uma mais-valia, nos anos 50 eram um obstáculo. A roupa era de lã e o corpo aquecia. «Até as bananas apodreciam nos bolsos», recorda Alves Barbosa, mais de meio século depois.

Também as bicicletas tornavam o ciclismo um desporto mais duro, como admite Joaquim Gomes: «Pesavam 10 quilos e agora sete ou seis e meio. E se antigamente havia dez mudanças, hoje são mais de vinte». O que facilita a pedalada e permite velocidades muito superiores.

As estradas que hoje são todas alcatroadas – a não ser «quando estão em obras», como graceja o actual director da Volta – eram outra dificuldade adicional que os ciclistas tinham de ultrapassar. Os troços de empedrado e de terra batida eram o prato do dia.

«A trepidação era tanta que ficávamos dormentes e sem reacção», diz Joaquim Gomes sobre os primeiros. Os segundos transportam os 81 anos Alves Barbosa a uma etapa entre Santiago do Cacém e Faro. «Sabia que ia haver muito pó e quis adiantar-me, mas quando já estava na frente tive um furo. O carro de apoio, com a pressa de me ajudar, ultrapassou-me e eu não o vi a tempo de travar e embati na traseira do carro».

O pior ainda estava para vir. O pai de Alves Barbosa seguia no veículo e saiu apressadamente para ajudar o filho. Com tanta poeira no ar, caiu numa ribanceira com a roda suplente na mão.

Joaquim Gomes, que durante a sua carreira veio a beneficiar das principais evoluções do ciclismo, admite que neste momento o trabalho do ciclista está mais facilitado: «De furar a mudar uma roda, se tudo correr bem, demora dez segundos».

Adeptos roubaram vitória

Mas nas suas primeiras pedaladas, nos anos 80, ainda não existiam rádios intercomunicadores e tinha de se contar mais vezes com a ajuda dos companheiros de equipa, ou para emprestarem uma roda ou a própria bicicleta. O problema é que não havia o espírito colectivo de hoje. Prevalecia a máxima: «Primeiro eliminam-se os adversários e depois os membros da equipa».

Quem também tirava o sono aos atletas eram os adeptos mais fervorosos. Alves Barbosa foi protagonista de um dos episódios mais caricatos da Volta, quando, na última etapa e de camisola amarela vestida, foi travado por adeptos do FC Porto. Retiraram-lhe uma roda da bicicleta, agrediram-no e impediram o ciclista do Sangalhos de ganhar a corrida. Com esta gravidade, foi caso único. A Volta está diferente.
Fonte: SOL

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

More bikes sold than cars in Italy for first time since WW2

For the first time since the end of the Second World War the number of bicycles sold in Italy has overtaken the number of cars.

In a radical departure for the car-mad country, home to legendary marques such as Fiat, Ferrari and Lamborghini, 1,750,000 bikes were bought in 2011 compared to 1,748,000 motor vehicles.

As austerity cuts deepen and petrol prices hit a new high, the purchase of new cars has dropped to levels not seen since the 1970s.

Families are buying bikes, ditching their second cars and signing up to car pool schemes – a major shift for a nation which has one of the highest car ownership rates in the world, with around 60 cars for every 100 people.

Car ownership became a symbol of the Italian economic miracle in the 1960s and has steadily grown since, but as unemployment rises and living costs soar, it has become an unaffordable luxury for many Italian families.

Petrol recently hit two euros a litre, the highest in Europe, and it is estimated that the average car in Italy costs €7,000 a year to run.

More than 60 years after the making of ‘The Bicycle Thief’, a classic film about a man desperately hunting for the stolen bike that he needs for work, Italians have also hauled around 200,000 rusty old bikes from their garden sheds and attics and restored them to roadworthiness.

“More and more people are deciding to bring their old models out of the garage or the cellar,” said Pietro Nigrelli, of industry association Confindustria.

“Bikes are easy to use and they cost little. And on distances of five kilometres or less, they are often faster than other modes of transport.”

Out of a population of 60 million, 6.5 million Italians use a bike to get to work or school, while 10.5 million use them occasionally, mostly at weekends.

Italians have a new-found appreciation of the convenience of bikes and the fact that they do not pollute the environment.

“People who have only ever driven cars are changing their thinking,” Antonio Della Venezia, the president of the Italian Federation of Bike Lovers, told La Repubblica newspaper.

“I don’t think Italy will go back to the levels of cars sales that we saw before 2008.”

As bike sales boom, the car industry is going through its worst crisis for decades – new car sales in August were down 20pc on the year before. 
Fonte: Telegraph

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

work for free or for a full price

but never cheap.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vão ser abatidos 250 touros que andam à solta em Idanha-a-Nova

O caso é insólito: segundo as contas da Direcção-Geral de Veterinária (DGV), existem cerca de 250 touros bravos à solta no concelho de Idanha-a-Nova. A história remonta a 2000 e já deu origem a dezenas de processos judiciais. A câmara, a GNR local e a DGV têm tentado, nos últimos anos e através de vários métodos, capturar os animais, mas sem sucesso. Até os militares das operações especiais da GNR já foram chamados e estiveram em campo para resolver o problema, mas em vão. Agora, diz a DGV, a única solução é partir para uma acção de caça para abater as centenas de animais bravios que têm causado prejuízos nos arredores da aldeia de Segura. O último incidente ocorreu a semana passada, quando um pastor apareceu morto aparentando sinais de ter sido atacado por gado bravo. O caso está a ser analisado pelo Ministério Público.

Fonte da DGV conta ao i que não é a primeira vez que populares são atacados por animais bravios. "Nos últimos anos, um caçador e um idoso ficaram feridos e um homem ficou cego na sequência de ataques", adianta. Além disso, segundo a mesma fonte, os habitantes de Segura queixam-se de que os touros invadem a aldeia, destroem carros e até já terão atacado uma viatura da GNR. "Além disso, há uma estrada nacional por perto onde se registam acidentes por causa dos touros."

A situação arrasta-se desde 2000, quando um veterinário – que exerce funções no município de Albergaria – comprou um conjunto de propriedades junto à aldeia. Os habitantes não terão visto com bons olhos a chegada do forasteiro e, por diversas vezes, destruíram as vedações da quinta, para que o dono perdesse todos os animais. O veterinário ripostou comprando touros para a propriedade.

O conflito acentuou-se quando um antigo presidente da junta defendeu, numa entrevista a um jornal regional, que o veterinário deveria ser morto. Face a essas declarações, continua a mesma fonte, o dono da quinta passou a pedir protecção policial à GNR sempre que se deslocava à propriedade – mas nunca lhe foi concedida. Por isso, terá começado a alegar que não tinha condições para cuidar dos animais e deixou de frequentar o local. Com o tempo, as vedações foram ficando danificadas e os touros passaram a andar à solta – sem estarem registados, brincados ou vacinados.

Em Junho, a Câmara de Idanha e a DGV pediram ajuda a campinos da Companhia das Lezírias para capturar os animais. Contudo, só foram apanhados oito touros das centenas que andam à solta. Este mês foram chamados os militares das operações especiais da GNR para procederem ao abate, mas a acção foi suspensa para reavaliação pelo Ministério da Agricultura.
Fonte: i online

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

alargar estradas para reduzir o trânsito

é como alargar o cinto para combater a obesidade.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Incrível: Médica foge do trânsito em bicicleta e chega a tempo da cirurgia

Tudo pode acontecer quando menos se espera. Que o diga Catherine Baucom, médica no hospital Elliot Mastology, nos EUA, que no final de Agosto saiu de casa para realizar uma cirurgia, mas ficou presa no trânsito.
De acordo com o Autoportal, um grave acidente na estrada dava-lhe um aviso muito sério: não ia conseguir chegar a tempo da cirurgia. E, por isso, decidiu arranjar uma bicicleta.
Lembrou-se que estava perto da casa de um amigo, saiu da rota e foi lá ter. “Ligou-me, disse-me que estava fora da casa e perguntou-me se tinha uma bicicleta. Só tinha uma de criança”, contou Brian Barnett, também ele médico.
Catherine Baucom fez um pequeno teste e percebeu que era a única solução. Por isso, “enchi os pneus o máximo que consegui e levei a bomba comigo”, contou a médica.
Começou a pedalar na direcção do hospital na bicicleta cor-de-rosa de uma criança de sete anos, passando incólume pelo trânsito e chegando a tempo da cirurgia marcada.
Mas não chegou ao hospital de bicicleta. A médica acabou por ser interceptada pela polícia e, depois de explicar tudo, foi escoltada até ao hospital.
“Tenho muitos pacientes que são mulheres e que vêm de longe para uma consulta ou uma cirurgia. Acho que merecem que tenha feito este esforço”, explicou a médica.